Ministradores

Prof. Marcos Pita

Currículo Resumido: Cirurgião Dentista. Mestre em Cirurgia Buco-Maxilo-Facial. Residência em Cirurgia Ortognática e Cirurgia da ATM pela Baylor University Medical Center Texas. Docente em vários congressos.

Resumo da palestra: EM BREVE

Dr. Emílio Carlos Zanatta

Currículo Resumido: Cirurgião Dentista, graduado em 1981, UNIMES, Santos. Mestre em Buco Maxilo Facial, UNESP, São José dos Campos. 1994. Doutor em Materiais Dentários, USP, São Paulo. 2000.

Resumo da palestra: PLACA OCLUSAL CONSTRUÍDA DIGITALMENTE
A placa oclusal é um recurso também utilizado em indivíduos com sinais e/ou sintomas de dor ou disfunção na região orofacial. Frequentemente combinada com outros procedimentos é utilizada com critérios de indicação e técnicas que objetivam, desde a instalação, o melhor resultado com mínimo ajuste clínico. Além da técnica convencional de confecção, nos dias de hoje temos o CAD/CAM que é outra ferramenta permitindo trabalhar o desenho no software e em seguida fresar, obtendo a placa oclusal. A apresentação será sobre esta técnica com o uso do CAD/CAM. Casos clínicos serão apresentados com o uso do sistema AmannGirrbach e BioArt.

Profa. Dra. Débora Beviláqua Grossi 

Currículo Resumido: Fisioterapeuta. Doutora em Biologia e Patologia Buco Dental pela UNICAMP. Pós doutorado no Albert Einsten College of Medicine/Montefiore Headache Center em Nova York/USA. Professora Associada do Curso de Fisioterapia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto- USP. Responsável pelo Ambulatorio de DTM e Cefalea do HC-FMRP-USP. Orientadora do Programa de Pós Graduaçao-Reabilitaçao e Desempenho Funcional da FMRP-USP

Resumo da palestra: DOR CERVICAL e DTM
A dor cervical é um queixa prevalente entre os pacientes com DTM e apesar de ainda não ter sido demonstrado uma relação entre causa e efeito, os sinais e sintomas cervicais parecem estar relacionados com a severidade da DTM. A presença destas queixas na região cervical podem ser atribuídas a difentes fatores e parecem ser perpetuadoras da disfunção na ATM, isto é, colaboram para que o quadro de dor e disfunção na ATM se agravem e tenham maior impacto na vida do paciente. As razões para essa relação podem ser explicadas pela associação biomecânica entre a coluna cervical e o sistema estomatognático, mais comumente pela postura anteriorizada da cabeça, que é frequentemente observada nestes pacientes e que pode  favorecer a  retrusão mandibular e maior impacto articular. Este impacto pode ser aumentado se os músculos mastigatórios e craniocervicais estiverem mais tensos e encurtados. No entanto, esta relação entre dores cervicais e DTM é também decorrente da convergência de informações dos nervos sensoriais aferentes da face e da coluna cervical no subnúcleo caudal trigeminal no tronco encefálico. Por isso, uma dor originária do pescoço pode ser percebida na região da face e vice-versa. A avaliação da DTM deve incluir a avaliação de todo o sistema craniocervical uma vez que evidências científicas demonstram que a amplitude e o desempenho muscular da coluna cervical destes pacientes está prejudicado e portanto ser objeto de atenção especial para o tratamento mais efetivo destes pacientes.

Prof. Wagner Hummig

Currículo Resumido: Cirurgião Dentista. Especialista em DTM e Dor Orofacial pela UTP-PR. Mestre em Farmacologia da Dor pela UFPR. Coordenador Odontólogo do Setor de Cefaleia e Dor Orofacial (SCEDOF) do Instituto de Neurologia de Curitiba (INC-PR). Professor convidado da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP-PR).

Resumo da palestra: FARMACOLOGIA: ARSENAL TERAPÊUTICO NO CONTROLE DA DOR OROFACIAL
A palestra versa sobre as diversas especialidades terapêuticas utilizadas no controle da Dor Orofacial, seja ela de característica nociceptiva ou mesmo neuropática,  direcionando a escolha farmacologica focada no mecanismo subjacente à dor instalada e não somente no fator etiológico que deflagrou o processo álgico.

Prof. José Stechman Neto 

Currículo Resumido: Cirurgião Dentista. Professor Adjunto da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), Curitiba. Curso de Odontologia e Programa de pós Graduação em Distúrbios da Comunicação. Coordenador do CDATM (Centro de Diagnóstico e Tratamento da ATM). Coordenador do Curso de Especialização em DTM e Dor Oorfacial, UTP.

Resumo da palestra: DESLOCAMENTO DO CÔNDILO, DISCO OU ADERÊNCIA?
Muitas disfunções articulares, em particular os deslocamentos de disco com e sem redução apresentam uma acurácia nas avaliações clinicas e mesmo nos exames específicos de imagem. Pesquisas clínicas bem delineadas, revisões sistemáticas com metanálises recentes mostram que mesmo para os clinícos mais experientes existem dúvidas para nortear adequadamente os manejos terapêuticos. Baseada nesses pressupostos essa palestra vem tentar elucidar essas dúvidas.

Prof. Miguel Meira e Cruz

Currículo Resumido: Licenciatura em Ciências do Desporto e da Saúde, ISCS-Sul, Portugal, 2001
• Licenciatura em Medicina Dentária, ISCSEM, Portugal, 2006;
• Mestrado em Ciências do Sono, FML, Portugal, 2011;
• Pós-graduação em Medicina do Sono, Royal Enfirmary of Edimburgh, Reino Unido, 2011;
• Pós-graduação em Sono: Fisiologia e Medicina, Universidad Pablo Olavid, Sevilla, 2009
• Pós-graduação em distúrbios respiratórios e do sono em crianças, FML, Portugal, 2014
• Professor: Sleep Medicine – Docente da Faculdade de Medicina de Lisboa, Portugal
Cronobiologia e Medicina do Sono – Faculdade de Medicina de Petrópolis, Rio de Janeiro, Portugal
Cronobiologia e Medicina do Sono – CESPU, Vila Nova de Famalicão, Portugal
Associação Portuguesa de Cronobiologia e Medicina do Sono, Lisboa, Portugal
• Coordenadora da Unidade de Sono do Centro Cardiovascular da Universidade de Lisboa, Faculdade de Medicina
• Coordenadora do Curso de Pós-Graduação em Cronobiologia e Medicina do Sono, CESPU, Vila Nova de Famalicão, Portugal
• Diretor Clínico do Centro Europeu do Sono, Lisboa, Portugal
• Clínico: o Hospital Soerad, Consulta do Sono, Torres Vedras, Portugal o Centro Europeu do Sono, Consulta ao Sono, Lisboa, Portugal

Resumo da palestra: DOR E SONO

Dor e Sono, são ambos aspetos fisiológicos de fundamental valor para o bem estar, mas sobretudo de importância capital na sobrevivência humana. A relação ontogénica inversa e a interferência mutua com consequências clínicas de significado relevante tornam inequívoca a necessidade de avaliar a fenomenologia envolvida na interação Dor-Sono, quer sob uma perspetiva básica, no contexto dos mecanismos fisiológicos e alterações fisiopatológicas capazes de gerar quadros complexos que atingem diversas especialidades, quer num âmbito clínico, assumindo sinais e sintomas desta interação e procurando identifica-los, abordá-los tendo em vista os processos subjacentes e, cientes da dificuldade de tratamento, avaliar o paciente com o objetivo de entendê-lo no modelo bio-psico-social e agir de acordo, curando ou muitas vezes modulando os diferentes fatores que controlados, nomeadamente nas condições crónicas, permitem melhorar significativamente a saúde e a qualidade de vida dos doentes.

Da ciência básica à clínica, serão discutidos pontos fundamentais desta interação multinível, destacando-se aspetos práticos de atuação.

 

Resumo da palestra: BRUXISMO

Batizado de acordo com a ideia de um feitiço pejorativo lançado por bruxas, a condição associada ao hábito de ranger e/ou apertar os dentes durante a vigília e/ou durante o sono ficou desde cedo marcada pela ideia de doença e de consequente necessidade de tratamento. As linhas de pensamento divergente que no âmbito científico e clínico guiaram o estudo da fenomenologia motora orofacial que caracterizaria o bruxismo, determinaram focos conceptuais controversos e resultaram na defesa de medidas terapêuticas de valor também controverso, deixando em aberto dúvidas sobre o impacto que estas atividades consideradas parafuncionais teriam noutros sistemas para além do estomatognático. Do conhecimento sobre as suas relações com a disfunção cardiovascular, com a apneia do sono, com o refluxo gastroesofágico, com a medicação e com o sono inadequado, assumiu-se que o bruxismo pode ser visto sob múltiplas perspetivas e coloca-se em causa o valor patológico do movimento exacerbado que lhe está subjacente. Num momento em que discute um consenso sobre o tema, o bruxismo, e em particular a atividade motora exacerbada durante o sono será debatida numa extensão que permite iluminar a perspetiva fisiológica da condição, os mecanismos inerentes e as potenciais consequências.

Profa. Dra. Liete Zwir

Currículo Resumido: Cirurgiã-Dentista pela Universidade de São Paulo. Especialista em Odontopediatria pela Fundecto/USP. Especialista em Ortodontia pelo Núcleo de Estudos Odontológicos. Especialista em DTM/DOF pela Universidade Federal de São Paulo. Mestre e Doutora pela Universidade Federal de São Paulo. Membro da Diretoria Da SBDOF- atual Biênio. Docente em vários cursos de Pós-Graduação e Congressos.

Resumo da palestra:  ALTERAÇÕES DEGENERATIVAS NA DOR OROFACIAL
A doença articular degenerativa (DAD) é caracterizada histologicamente pela deterioração e abrasão da cartilagem articular com concomitante remodelação do osso subcondral. Estas alterações estão frequentemente acompanhadas por alterações inflamatórias secundárias. É considerada uma desordem do orgão articular que afeta todos os tecidos que se comunicam no nível celular pela liberação e resposta a mediadores inflamatórios. O diagnóstico da DAD deve ser baseado na história da sintomatologia articular, no exame físico e nos achados de imagem.

Daniela Franzen

Currículo Resumido: Cirurgiã-Dentista –  PUC-RS. Psicóloga Clínica – UFPR. Habilitada em Hipnose pelo CFO. Especialista em Psicologia Positiva. Atua no atendimento psicológico de pacientes odontológicos nas áreas de dor orofacial, fobias e traumas. Docente em vários congressos.

Resumo da palestra: FATORES PSICOSSOCIAIS NA DOR OROFACIAL, DTM E BRUXISMO: O QUE O PROFISSIONAL DA SAÚDE PRECISA SABER
É amplamente comprovado que fatores psicossociais como ansiedade, estresse e presença de doenças psiquiátricas, como a depressão, contribuem para o surgimento, manutenção e agravamento dos quadros álgicos.Falaremos sobre os principais fatores dessa ligação e sobre as opções de tratamento ao alcance do clínico.

Profa. Dra. Yolanda Maria Garcia

Currículo Resumido: Médica Graduada pela Universidade de São Paulo. Professora Assistente Doutora. Docente da Disciplina de Geriatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Médica Assistente do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Mestre em Gastroenterologia Clínica pela Faculdade de Medicina da USP. Doutora em Nutrição pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Especialista em Geriatria e Acupuntura.

Resumo da palestra: EM BREVE

Prof. Dr. Eduardo Cotecchia

Currículo Resumido: Formação em Biomedicina e Biologia. Mestrado em Anatomia. Doutorado em Ciências. Professor Associado em regime de Dedicação Exclusiva. Chefe da Disciplina de Anatomia Descritiva e Topográfica. Departamento de Morfologia e Genética Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo. Secretário Geral da Sociedade Brasileira de Anatomia. Representante do Brasil no International Advisory Board – Atlas Netter. (Ed.Elsevier/USA)

Resumo da palestra:  VIAS NERVOSAS TRIGEMINAIS DE DOR
• Como se pensa uma via sensitiva no corpo.
• Enfoque nas características morfológicas envolvidas nas vias sensitivas trigeminais, com destaque para o nervo trigêmeo (NC V) e gânglio trigeminal;
• Principais diferenças morfológicas entre as vias nervosas de dor aguda e dor crônica.

Profa. Dra. Silmara Sovinski

Currículo Resumido: Fonoaudióloga Clínica. Especialista em Motricidade Orofacial. Mestre em Ciências pelo Departamento de Fonoaudiologia da Faculdade de Odontologia de Bauru – Universidade de São Paulo-FOB/USP. Certificada em Fonoaudiologia do Sono pela Associação Brasileira do Sono. Membro do Departamento de Motricidade Orofacial da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia- Comitê da infância e adolescência. Membro da diretoria da ABRAMO- Associação Brasileira de Motricidade Orofacial.Docente em vários cursos de Pós-Graduação.

Resumo da palestra: O PAPEL DA FONOAUDIOLOGIA NAS DTMS

Uma das áreas de especialidades da Fonoaudiologia é a Motricidade Orofacial, que atua com as alterações do sistema estomatognático e principalmente as funções por ele exercidas; sendo elas: respiração, mastigação, deglutição e fala. Estas funções necessitam da integridade deste sistema, incluindo a ATM.

Sabe-se que a Disfunção Temporomandibular tem etiologia multifatorial e está relacionada com fatores estruturais, neuromusculares, oclusais, psicológicos, hábitos parafuncionais e lesões traumáticas ou degenerativas da ATM e também, o sono. Sendo assim a indicação terapêutica também necessita de um olhar transdisciplinar o que engloba o fonoaudiólogo especialista em Motricidade Orofacial, que juntamente com a equipe de trabalho identificarão os possíveis fatores causais e, cada qual em sua área de atuação, poderão intervir.

A abordagem fonoaudiológica se refere a reabilitação, ou até mesmo habilitação neuromuscular principalmente no que se refere às funções orofaciais, visando o melhor controle do caso e melhora na qualidade de vida destes indivíduos tratados integralmente.